A arte possui uma capacidade excecional de transcender barreiras linguísticas e culturais, oferecendo um meio impactante para comunicar e sensibilizar sobre a saúde mental. Esta pesquisa explora a interseção entre arte e saúde mental através da lente do pathosformel — fórmulas evocativas que despertam experiências humanas coletivas. Baseando-se nos princípios do Desenvolvimento Humano Integral, o estudo contextualiza a expressão artística dentro de um quadro de ecologia integral, enfatizando a interconexão e a sustentabilidade nas práticas curatoriais.
Ao explorar projetos de arte socialmente engajada, a pesquisa destaca como as intervenções artísticas podem fomentar a empatia, desestigmatizar questões das “periferias” sociais e inspirar um diálogo transformador dentro das comunidades. Curar torna-se um ato de cuidado, equilibrando estética e defesa enquanto promove uma economia sustentável enraizada na responsabilidade social. As conclusões sublinham o potencial da arte como uma ferramenta comunicativa para ligar o bem-estar individual e coletivo, alinhando os esforços artísticos com os objetivos de uma sociedade justa, inclusiva e ecologicamente equilibrada.